Saiba como surgem as manchas na pele e como tratar cada uma delas

Sol, genética e envelhecimento são os principais causadores da condição que incomoda muitas pessoas

A hidratação diária reduz a produção excessiva de óleo, que pode causar o aparecimento de cravos e espinhas

A hidratação diária reduz a produção excessiva de óleo, que pode causar o aparecimento de cravos e espinhas

Pixabay/Reprodução

Embora sejam comuns entre as pessoas, as manchas sempre incomodam, principalmente quando estão em uma região visível como o rosto. As causas são diversas, mas a boa notícia é que é um problema que pode ser tratado. Segundo informações da médica dermatologista Marcele Trindade, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, as manchas “possuem tonalidades e formatos diferentes e muitas vezes estão relacionadas às espinhas, exposição ao sol sem fotoproteção, alterações hormonais e até mesmo por predisposição genética”.

Com tantas razões e características variáveis, a melhor forma de descobrir como tratar as manchas é conhecer as origens delas. Veja quais são as mais comuns entre os brasileiros.

Os principais tipos de manchas na pele das brasileiras são as melanoses solares, melasmas e sardas. “As melanoses solares, também conhecidas como lentigo solar ou mancha senil, são hiperpigmentações de tamanhos variados, localizadas nos braços, mãos, colo e na face de pessoas mais idosas, causadas pela exposição solar sem proteção ao longo da vida”, explica a dra. Marcele Trindade.

O melasma vem em segundo lugar e acomete muito as mulheres, pois apesar de não ter uma causa definida, está relacionado aos anticoncepcionais femininos, gravidez e, principalmente, à exposição ao sol ou luz ultravioleta sem a proteção do filtro solar. No entanto, os homens também podem desenvolvê-lo. “São manchas acastanhadas, localizadas em ambos os lados da face, no colo e nos braços. É uma condição que normalmente surge em indivíduos com predisposição genética, associada à exposição solar e também por alterações hormonais”, explica a dra. Marcele.

O terceiro tipo de mancha mais comum na pele das brasileiras são as efélides ou sardas. “São caracterizadas por pequenas manchinhas, pontuadas na face, que geralmente surgem na infância e permanecem por toda a vida, podendo aumentar a quantidade ao longo do tempo e exposição ao sol sem fotoproteção”, diz a dermatologista.

Como evitar?


Todas estas manchas têm como fatores desencadeantes principais a exposição solar sem protetor, predisposição genética e envelhecimento. “A melhor forma de evitá-las é usar o filtro solar com FPS a partir de 30 e reaplicar o produto a cada duas ou três horas”, recomenda a dra. Marcele,  que também lembra a importância de usar bonés ou chapéus, roupas com fator de proteção solar para exposições mais prolongadas e evitar a permanência no sol, nos períodos entre às 10h e 16h do dia. “Se estiver na praia ou piscina é necessário reaplicar o filtro solar todas as vezes após sair da água”, reforça a dermatologista.

Algumas frutas, legumes e hortaliças também são responsáveis por manchar a pele, os casos conhecidos como fitofotodermatose. “São manchas causadas por alguns tipos de alimentos que, em contato com a pele e exposição solar, provocam queimaduras”, explica a especialista. Algumas frutas como tangerina, figo e lima, além de alimentos como cenoura, aipo, salsinha e hibisco, podem causar esse tipo de queimadura. “Ao entrar em contato com algum deles é necessário sempre lavar bastante as mãos antes de se expor ao sol”, alerta a dermatologista.

O tratamento

Uma vez manchada, ainda é possível tratar a pele e conseguir bons resultados. “As melanoses, os melasmas e as sardas podem ser bastante atenuados com tratamentos estéticos indicados por um dermatologista sério, depois do diagnóstico do tipo de mancha” afirma a dra. Marcele.

De acordo com a médica, em alguns casos, as manchas chegam a ficar quase imperceptíveis, mas não somem por completo. “Para cuidar de uma pele manchada no dia a dia, é necessário usar o filtro solar mesmo em casa, inclusive em dias chuvosos e nublados, mantendo o padrão de reaplicação para que essas manchas não escureçam”, diz a dermatologista, que ressalta a necessidade de procurar a ajuda de um profissional da SBD, antes de começar a utilizar cremes clareadores, para evitar o agravamento das manchas, pelo uso incorreto de produtos. “Os clareadores com vitamina C em seu composto, bem como o consumo dela em alimentos, também ajudam nesse processo. Além disso, a fotoproteção via oral pode trazer resultados satisfatórios”, conclui a dra. Marcele.

Para as manchas relacionadas à queimadura por alimentos, a indicação da profissional é usar bastante hidratante e filtro solar na região. “Se for um caso de queimadura intensa, os cremes contendo substâncias calmantes, corticoides e antibióticos podem ajudar a clarear a pele”, indica.
 

Entenda como a vitamina C ajuda a clarear a pele
 

O uso de protetor solar é fundamental para prevenir as manchas mais comuns, provocadas pelo sol, e a vitamina C é uma importante aliada quando o assunto é clarear a pele. Que tal, então, usar um produto que além de proteger, ainda oferece tudo o que a sua pele precisa para os cuidados pós-limpeza? A linha  Uniform&Matte, da Garnier Skin Active possui produtos específicos, aprovados por dermatologistas*, para tratar a pele oleosa, desde a limpeza, até a hidratação. A linha apresenta um hidratante facial com protetor solar fator 30, vitamina C e efeito matte por 12 horas**, que deixa a pele macia e uniforme. Além disso, reduz as manchas*** em uma semana*** e uniformiza a pele instantaneamente. Esse produto está disponível em dois tamanhos, o de 40g para ter em casa e menor, de 15g, que é ideal para levar na bolsa e reaplicar ao longo do dia.
 

Conheça a linha completa em www.garnier.com.br/uniform-matte

* Pesquisa quantitativa com 150 dermatologistas no Brasil.
** Teste instrumental.
*** Marcas associadas a imperfeições. Teste com 60 participantes, auto avaliações