Virtz Clínica produz próteses para doar a mulheres que tiveram câncer

Clínica produz próteses para doar a mulheres que tiveram câncer

Grupo Natalia Beauty está fazendo próteses de aréolas, elaboradas com pele sintética, como doação a clínicas, hospitais e ONGs

Empresa está produzindo próteses de aréolas para mulheres que tiveram câncer

Empresa está produzindo próteses de aréolas para mulheres que tiveram câncer

Spukkato/Pixabay

O Grupo Natalia Beauty, que atua no ramo de beleza e estética, começou a produzir próteses de aréola para doar a hospitais, clínicas, ONGs e pessoas físicas. A ideia é oferecer o material a mulheres que tiveram câncer de mama e passaram por mastectomia, operação que remove uma ou ambas as mamas. O grupo pretende distribuir mais de 100 mil dessas próteses neste ano.

A aréola é elaborada com pele sintética e aplicada no seio com uma cola especial. Ela se fixa à pele durante 40 dias. Após o período, a mesma prótese poder reaplicada, basta colocar uma nova camada da cola especial. As aréolas sintéticas trazem mais qualidade de vida a mulheres que tiveram de se submeter a retirada das mamas.

Mais autoestima para as mulheres

"Quero poder ser um agente transformador na vida dessas mulheres, elevando a autoestima de todas elas", afirma Natalia Martins, CEO do Grupo NB. "Muitas mulheres têm vergonha de falar sobre esse assunto e sei disso porque converso com elas pelas redes sociais e sei o quanto isso vai mudar a vida delas", completa ela.

Além da doação dessas próteses, a empresa também oferece, gratuitamente, a reconstrução da aréola por meio da nanopigmentação.

"Já reconstruímos a aréola de mais de 2 mil mulheres nos últimos 5 anos e não pretendemos parar nunca. Ajudar e curar o próximo, de alguma forma, é curar a nós mesmos. É uma corrente do bem que preenche a alma, proporciona plenitude e nos traz paz", acredita Natália.

A CEO do grupo conta que a será criado um canal exclusivo para poder distribuir as próteses. Por enquanto, elas podem ser retiradas na unidade da empresa em São Paulo. "Porém, em breve, teremos uma forma de enviar para o mundo todo", finaliza.

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