Com colheita instável, doações salvam família no sertão nordestino

Rosenilde Paula, de 38 anos, e seu marido Gilmario Jesus, de 42, sobrevivem com ajuda do governo e do SOS Famílias do Sertão para sustentar a casa

A família de Rosenilde vive no sertão nordestino à base de ajuda assistencial

A família de Rosenilde vive no sertão nordestino à base de ajuda assistencial

Divulgação/SOS Famílias do Sertão

A família de Rosenilde Paula Jesus, de 38 anos, mora em uma casa muito simples no sertão nordestino. Ela, o marido, Gilmario Jesus, de 42 anos, e os quatro filhos sobrevivem com ajuda assistencial, como a fornecida pelo SOS Famílias do Sertão, além de Bolsa-Família.

Antes da pandemia de covid-19, o casal trabalhava fazendo bicos na lavoura. Mas não demorou muito para as dificuldades aumentarem.  “Trabalho fixo a gente não tem. Às vezes, cortamos cebola, outras cortamos mato. E ficou ainda mais difícil por causa da quarentena, diminuiu o trabalho na roça porque precisa ter movimento”, conta Rosenilde.

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Na casa, também moram os filhos, Breno, de 18 anos, Rayra, 11 anos, Rayka Meirelle, 9 anos e Tayonara, de 8 anos. E são auxílios assistenciais, como o do SOS Famílias do Sertão, que ajudam famílias em situação de vulnerabilidade a manter o sustento durante a crise do novo coronavírus.

A caçula da casa estuda há cinco anos na escola mantida pela entidade que atua na região. “Eu diria que minha vida antes do projeto era ruim. Sempre via muitas crianças arrumadinhas e as mães esperando. E eu pensava: ‘Será que um dia eu vou ver minha filha ali também?’. E graças a Deus ela está lá, pra gente é muita coisa”, finaliza. 

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