Virtz Empresa lança projeto para valorizar artesanato brasileiro

Empresa lança projeto para valorizar artesanato brasileiro

O projeto de curadoria e comercialização de produtos com história conta com uma seleção prévia de sete lojistas parceiros

Cesto feito pelo povo Mehinako, do Alto Xingu, trançado com o talo da palmeira buriti e algodão

Cesto feito pelo povo Mehinako, do Alto Xingu, trançado com o talo da palmeira buriti e algodão

Divulgação

Com o Projeto Origens, a Leroy Merlin lança um movimento para valorizar e representar a arte e do artesanato brasileiro. A curadoria e comercialização de objetos autênticos e carregados de história e identidade nacionais é feita em parceria com pequenos artesãos e artistas populares de vários cantos do Brasil. Assim, estimula-se a cadeia produtiva, a manutenção de culturas tradicionais, o empoderamento feminino, a sustentabilidade e a geração de renda de muitas comunidades brasileiras produtoras de arte. 

"Os lojistas estiveram em contato direto com nossos times durante todo o processo de estruturação do projeto Origens, onde pudemos dar instruções e orientações vindas diretamente do nosso time comercial, além da realização de treinamentos para utilizarem a plataforma de cadastro de produtos para conseguirem obter bons resultados nas vendas", explica Andressa.

São mais de 300 itens decorativos, entre vasos de cerâmica, cestarias e outros, à venda com exclusividade no e-commerce da empresa. As peças se destacam principalmente pelos materiais naturais empregados nesses pequenos mobiliários, como cerâmica, madeira, palha, tecido e sementes.

Algumas das comunidades produtoras de artesanato estão localizadas em Caruaru (PE), Juazeiro do Norte (CE), Teresina (PI), Divinópolis (MG) e Taubaté (SP), incluindo a arte indígena das etnias Yanomami, Baniwa, Pataxó e Ticuna.

"Uma peça artesanal tem um valor agregado muito maior, uma vez que é exclusiva, pois nenhuma será igual a outra. Mas o principal diferencial dos produtos selecionados pelo Projeto Origens está no impacto que isso gera para economia local. Inovar não é só pensar nas evoluções tecnológicas, mas também em um futuro centrado nas pessoas e no mundo que as cerca", finaliza Rodrigo Spillere, diretor de inovação da companhia.

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