Virtz Marca brasileira reverte lucro para capacitação profissional

Marca brasileira reverte lucro para capacitação profissional

Sharkany Brand envia parte da renda das peças vendidas para investir na qualificação profissional de pessoas em vulnerabilidade

Mais de mil pessoas já foram atendidas pelo Instituto Natanael, para onde 10% dos lucros são doados

Mais de mil pessoas já foram atendidas pelo Instituto Natanael, para onde 10% dos lucros são doados

Reprodução/Pexels

A marca brasileira de peças de alfaitaria Sharkany Brand preza pela pouca quantidade das peças, visando a qualidade, e também pelo ativismo social.

Quem adquire as roupas da marca ajuda na rede de apoio para a manutenção e funcionamento do Instituto Natanael, que atua ensinando a alta costura para promover a independência financeira de pessoas em situação de vulnerabilidade.

Dentre as causas que engloba, estão: detentos, adictos em substâncias entorpecentes, pessoas em situação de rua, idosos, pessoas com dificuldade de locomoção, com doenças raras, transtornos psíquicos, mulheres de comunidade artesã, jovens de baixa renda e mulheres vítimas de violência. Ao todo, 10% do valor de todas as peças vendidas pela companhia são direcionadas para o projeto.

Até o momento, mais de mil pessoas foram atendidas pelo projeto. As capacitações possuem um dia de duração, três meses ou um ano, dependendo do grupo atendido. Algumas pessoas que participam dos cursos sonham em entrar no mercado de trabalho e passam a se sentir valorizadas (os) quando isso acontece, e a grande maioria sonha em empreender com as habilidades adquiridas.

As marcas Sharkany Brand e Instituto Natanael fazem parte da Divina Criação, marca criada em 2018, pela estilista Ellen Sharkany.

"Quando decidi produzir as minhas peças, trouxe um propósito muito bem definido, gostaria de mudar a vida das pessoas. Tanto as que compram as peças, que podem ter a certeza de vestirem roupas de qualidade e com durabilidade, mas também impactar de forma positiva a sociedade, mudando a vida das pessoas, para que elas saíssem da zona de vulnerabilidade social para escrever suas histórias por meio do trabalho", finaliza a estilista.

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