Virtz Menina de 8 anos e professora viram amigas por terem deficiência física parecida

Menina de 8 anos e professora viram amigas por terem deficiência física parecida

Reagan conheceu a professora Leah logo no primeiro dia de aula e ficou muito emocionada de encontrar alguém com um antebraço mais curto e sem a mão esquerda, igualzinho ao dela

Raegan, de 8 anos, se identificou imediatamente com sua professora, Leah

Raegan, de 8 anos, se identificou imediatamente com sua professora, Leah

Reprodução/Instagram @leahkaptri

Não é todo dia que Raegan Justesen, de 8 anos, encontra alguém que tem a mesma característica que a sua: o antebraço esquerdo mais curto, sem a mão.

Foi por isso que ela ficou tão surpresa ao encontrar a professora Leah Kaplan, no mês passado, em sua escola em Spokane, Washington, Estados Unidos, e notou que ela tinha um braço igualzinho ao seu.

"Eu fiquei feliz de vê-la porque eu pensava que ninguém mais tinha um bracinho como o meu na minha escola", contou a menina ao Good Morning America. Logo elas se conectaram e acabaram virando amigas. A professora comentou sobre a menina em seu Instagram.  

"Conheçam a minha aluna favorita do segundo ano! Na escola, eu conheci essa menina tão querida. Logo no meu primeiro dia de aula, encontrei a Reagan. Ela viu o meu braço antes mesmo que eu visse que o dela era igual ao meu. A surpresa ficou estampada no rostinho dela e ela acenou para mim. Mal ela sabia que eu seria sua professora neste ano! Toda vez que a gente se vê, nós acenamos uma para a outra com nossos braços especiais", contou Leah.

A avó de Raegan e sua mãe, Joni Justesen, trabalham na mesma escola que Leah.

"Elas me disseram que Raegan foi para casa naquele dia e não conseguia deixar de falar sobre a enorme coincidência de encontrar justamente uma pessoa com a mesma deficiência no braço", disse a professora ao GMA. "Então eu fiquei muito feliz e toda vez que a vejo, me sinto uma celebridade, ela sempre faz questão de me cumprimentar."

Em seu Instagram, a professora mostra um pouco de sua rotina no dia a dia e as adaptações que faz para conseguir realizar atividades que, costumeiramente, exigem os dois braços, como flexões, andar de bicicleta e praticar escalada, inspirando outras pessoas com a mesma condição a seguir adiante e ter orgulho de si mesmas.

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