Novo Coronavírus

Virtz ONGs e instituições se juntam para combater covid-19 em comunidade

ONGs e instituições se juntam para combater covid-19 em comunidade

Favela sem Corona e projeto Bora Testar contam com parceiros para ajudar a testar pessoas de alta vulnerabilidade social na favela da Rocinha

Cerca de 300 testes rápidos serão feitos na comunidade do Rio de Janeiro

Cerca de 300 testes rápidos serão feitos na comunidade do Rio de Janeiro

Reprodução/ Pixabay

O projeto Favela sem Corona, criado no início da pandemia do novo coronavírus, em março de 2020, e a Campanha Bora Testar, criada para levar testes de diagnóstico da covid-19 às favelas do Brasil, estão com parceiros como a atriz Maria Gal, a ONG IMPACTO, o laboratório Hilab, Rappi e Ribon para testar  população e auxiliar no combate do coronavírus na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro.

As condições de vida precária de muitos moradores trazem preocupação quanto à saúde das pessoas. Pensando nisso, a testagem em massa pode oferecer uma certa prevenção contra a contaminação pelo coronavírus. Além disso, poder levar informações sobre a doença a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Por meio das redes sociais, as ações utilizam linguagem informal, simples e objetiva, para manter os moradores das favelas informados sobre os cuidados que devem ser tomados em relação ao coronavírus, como afirma o idealizador do projeto Favela Sem Corona, Pedro Berto.

Doações financeiras recebidas pela ação também são utilizadas para compra de sabonetes, álcool em gel e máscaras, entregues a entidades e organizações que trabalham nas comunidades.

A Associação de Moradores da Rocinha vai abrigar a estrutura montada para a realização do projeto. "Vamos continuar trabalhando para servir nossos moradores. Fico muito grato em nome da comunidade por essa ação que é muito importante para todos nós", diz Wallace Pereira, presidente da organização.

A atriz Maria Gal diz usar sua imagem para contribuir para que pessoas desfavorecidas economicamente pudessem fazer o teste de forma gratuita. Marcus Figueredo, CEO da Hi Tecnologies, afirma que serão doados, inicialmente, 300 exames rápidos de covid-19 para a comunidade.

O projeto terá duração de seis dias e começou no dia 5 de outubro. Uma equipe de entrevistadores treinados estão fazendo a triagem e o agendamento, para evitar aglomerações.

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