A importância da adoção responsável

Nas ONGs MaxMello e Projeto Segunda Chance, o processo de adoção segue etapas criteriosas para garantir a segurança e a saúde do animal

Amor, carinho e alimentação de qualidade são essenciais para que os pets tenham uma vida melhor

Amor, carinho e alimentação de qualidade são essenciais para que os pets tenham uma vida melhor

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Quando voluntários resgatam cães e gatos em situação de vulnerabilidade, eles desejam que esses animais se recuperem, mas, sobretudo, que encontrem um lar amoroso, onde terão todos os cuidados necessários para uma vida melhor. Para isso, ONGs como a MaxMello e o Projeto Segunda Chance dedicam-se à adoção responsável.

Durante o processo de adoção, as ONGs aplicam um questionário com diversas perguntas que ajudam a traçar o perfil e entender o estilo de vida do candidato a tutor. “São cerca de 20 perguntas, nas quais abordamos temas como a relação do tutor com outros animais, a idade do animal, e os custos para mantê-lo. Essas duas últimas muitas vezes não são consideradas antes de decidir pela adoção.”, explica Adriana Caroni, voluntária administrativa da MaxMello, ONG de Ibiúna (SP), que atualmente abriga 480 animais.

No Projeto Segunda Chance o processo é o mesmo. “O objetivo é fazer o adotante repensar em todos os aspectos importantes para tomar a decisão de ter um bichinho morando com ele.”, diz Fernanda Barros, uma das responsáveis pela ONG.

“O objetivo é fazer o adotante repensar em todos os aspectos importantes para tomar a decisão de ter um bichinho morando com ele.”
Fernanda Barros, Projeto Segunda Chance

Após preencher o questionário, o candidato a tutor passa por uma entrevista. “Por conta da pandemia, fazemos a entrevista online ou por telefone, assim conseguimos alinhar o perfil da pessoa com o bichinho que ela quer adotar.”, explica Fernanda.

Segundo a voluntária, nesse momento de pandemia também é preciso avaliar principalmente como o animal ficará quando os adotantes voltarem à rotina fora de casa. “Um filhote arteiro, por exemplo, precisa do tutor por perto.”, alerta.

Segurança do pet
Como a adoção responsável visa proporcionar melhores condições de vida ao animal e garantir que ele fique seguro, as ONGs se certificam de que os lares tenham ambientes devidamente adaptados. “Verificamos se há telas nas janelas e sacadas, portões, rotas de fuga, se há espaço suficiente e se o ambiente é seguro para o cãozinho ou gatinho viver”, explica Adriana, da MaxMello.

Recebendo o pet em casa
O momento de entrega do cão ou gato é sempre acompanhado por voluntários das ONGs. “Preferimos levar o animal até a casa do adotante, assim podemos dar mais algumas dicas de adaptação, o que deve ou não ser feito, e ver como ele se comporta nos primeiros momentos com a nova família.”, conta Fernanda, do Projeto Segunda Chance.

Na ONG Projeto Segunda Chance, o adotante só vai ao Recanto depois de aprovado em todos os processos. “Nosso endereço é mantido em sigilo por segurança, mas, quando o adotante é aprovado, liberamos para visitar o local e escolher o cachorrinho ou gatinho. Se ele preferir, também levamos o pet até a casa dele.”, completa Fernanda.

Veja dicas da PremieRpet® sobre cuidados com o novo pet

Após a adoção, as ONGs acompanham diariamente o animal adotado. “Nosso processo de adoção é tão personalizado que grande parte do meu círculo de amizades acaba sendo dos adotantes dos bichinhos da MaxMello, por conta do vínculo que criamos nesse período.”, afirma Adriana. 

Com o tempo, esse acompanhamento passa a ser semanal e depois mensal, até que o animal se adapte ao novo lar. “O acompanhamento no primeiro mês é fundamental para entender como foi a chegada do novo membro da família, principalmente se já havia outro pet na casa ou mesmo uma criança.”, explica Fernanda, da ONG Projeto Segunda Chance.

Nesse período, a voluntária também orienta os novos tutores sobre alimentação, que é um fator muito importante para a adaptação e a qualidade de vida do pet no curto, médio e longo prazos, além de dar dicas de passeios e comportamento. “Esse acompanhamento aproxima os tutores da ONG e, com o tempo, 99% deles acabam enviando fotos e vídeos espontaneamente e nos tornamos todos amigos.”, conta.

Parceria com o Instituto PremieRpet®
A MaxMello e o Projeto Segunda Chance são algumas das ONGs parceiras do Instituto PremieRpet®, braço social da PremieRpet®, que incentiva pesquisas e ações que visem promover saúde, qualidade de vida e longevidade dos animais. Entre suas diversas atividades, está o apoio a ONGs como a MaxMello e o Projeto Segunda Chance.

PremieRpet®. Existimos para tornar a relação das pessoas com seus animais de estimação a mais próxima, prazerosa e longa possível.