Adoção responsável de gatinhos na ONG Catland é o foco das operações

Há oito anos recolhendo bichanos em situação vulnerável, ONG já viabilizou mais de seis mil adoções em São Paulo (SP)

Filhotes aos montes: enquanto a adoção não vem, os resgatinhos são encaminhados a lares temporários dos voluntários

Filhotes aos montes: enquanto a adoção não vem, os resgatinhos são encaminhados a lares temporários dos voluntários

Divulgação/ Catland

Casa, comida e carinho. Para quem nunca teve a oportunidade de adotar um gato, a fórmula do cuidado com o bichinho parece bem simples. E é mesmo, desde que a responsabilidade e o comprometimento façam parte do pacote. “A Catland começou quando eu ganhei um gato e fui para a internet atrás de informações sobre o que comem e como vivem [os bichinhos]”, conta Perla Poltronieri, fundadora e presidente da ONG localizada na zona sul de São Paulo (SP).

Quanto mais pesquisava, mais encontrava dados preocupantes relacionados à saúde e bem-estar dos animais; e mais aumentava sua determinação para fazer um trabalho voluntário nessa direção. “Eu não podia ficar só esperando que as políticas públicas fizessem algo”. Hoje, a Catland tem oito anos de atuação focada no resgate, recuperação e encaminhamento dos gatinhos para adoção. E mais de seis mil histórias com final feliz para contar.

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), há cerca de 10 milhões de gatos abandonados no Brasil. Os motivos variam desde fatores econômicos até a perda de interesse pelo bichano. Para contornar o problema, organizações não governamentais (ONGs) como a liderada por Perla agregam voluntários que trabalham diariamente para dar uma vida nova aos gatinhos em situação vulnerável. São mais de 200 pessoas que ajudam a transformar a vida desses animaizinhos em troca de uma moeda forte e corrente: o amor.

Pedidos de "resgatinhos" chegam a 100 por dia

Em média, a Catland recebe cerca de 100 pedidos de resgate diariamente e filtra atendimentos por nível de prioridade. As ações incluem o recolhimento, o encaminhamento para restabelecer a saúde do bichano, a castração solidária e o processo de adoção. Atualmente, 300 estão na fila à espera de um lar. Este último passo é tratado com rigor e atenção: afinal, adotar um gatinho é um ato de amor que jamais deve ser realizado por impulso. A adoção responsável é valor fundamental na instituição e tema de palestras para os futuros papais e mamães de pet.

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Fonte: Cats Protection
Gatos pretos: os últimos da fila de adoção, eles sofrem mais com o preconceito

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Divulgação/ Catland

Para manter a ONG, doações e parcerias são fundamentais. Os custos mensais incluem aluguel de espaço, alimentação, limpeza e tratamento veterinário. Uma lojinha virtual com lucro 100% revertido à causa ajuda a reforçar o orçamento, mas Perla conta que nem sempre é suficiente para cobrir todos os gastos. Principalmente em tempos de pandemia do coronavírus, o maior percentual de perda de receita da ONG é consequência da suspensão dos eventos.

Quem tem interesse de ajudar, mas não pode adotar um gatinho agora, tem a opção de apadrinhar um ou vários bichanos. O valor da doação pode ser único ou mensal, sob diversos valores descontados em forma de assinatura. Assim, o que parece ser pouco para você é muito para um gatinho ou gatinha que acabou de sair das ruas. Ou de um lar desfeito, mas que agora tem a chance de encontrar uma nova família.

Parceria com o Instituto PremieRpet®

A Catland é uma das ONGs parceiras do Instituto PremieRpet®, braço social da marca PremieRpet® que incentiva pesquisas e ações que visem promover saúde, qualidade de vida e longevidade dos animais. Entre suas diversas atividades, está o apoio a ONGs como a Catland.

PremieRpet®. Existimos para tornar a relação das pessoas com animais a mais próxima, prazerosa e longa possível.

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