Ciclo da adoção: do resgate ao novo lar

Resgatar um bichinho em situação de vulnerabilidade é apenas o primeiro passo rumo a uma nova vida

No Projeto Segunda Chance, os animais resgatados são sempre encaminhados para avaliação de um médico-veterinário

No Projeto Segunda Chance, os animais resgatados são sempre encaminhados para avaliação de um médico-veterinário

Divulgação/ Projeto Segunda Chance

Quem chega em uma ONG para adotar um bichinho de estimação e leva para casa um animal limpinho e saudável muitas vezes não imagina os bastidores que antecederam esse momento feliz. Antes de chegar ao novo lar já em condições de ser socializado, normalmente os animais passam por um longo (e, às vezes, doloroso) caminho.

“Nosso trabalho começa quando alguém entra em contato pedindo um resgate”, conta Fernanda Barros, uma das responsáveis pela ONG Projeto Segunda Chance. “Seja qual for a situação do animal recolhido, ele é encaminhado diretamente para uma clínica veterinária, onde terá suas condições de saúde verificadas. As etapas são: consulta, hemograma, vermífugo, e, se estiver plenamente saudável, antipulgas e carrapaticida”, explica. Somente nessa primeira fase, o gasto com o resgate do animal é de cerca de R$ 500,00 e a ONG arca com todos os custos.

Segundo Fernanda, 80% dos animais resgatados são portadores de anemia profunda. “Um deles era tão grave que precisou de 40 dias de internação”, lembra a voluntária. Para viabilizar e acelerar a recuperação em quadros como este, a protetora enfatiza o cuidado que o abrigo precisa ter com a alimentação, e a importância de parcerias.

Gasto inicial com o resgate de um animal é de cerca de R$ 500

Gasto inicial com o resgate de um animal é de cerca de R$ 500

Pixabay

“A PremieRpet® é nossa parceira nesse quesito, fornecendo um alimento de excelente qualidade, e isso se reflete na saúde de nossos acolhidos. Entregar pets saudáveis e bem nutridos é uma marca do nosso projeto”, afirma Fernanda.
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“Castrar é um ato de responsabilidade”
Fernanda Barros, Projeto Segunda Chance

Após receberem os cuidados veterinários, todos os animais são castrados. Depois, passam por um processo chamado de reabilitação emocional, em que os voluntários se dedicam a entender se o animal possui algum tipo de trauma ou medo. Com isso, conseguem descobrir a personalidade e preferências de cada um, que são detalhes importantes a serem compartilhados com os futuros tutores.

Processo de adoção

Antes da adoção, os interessados precisam preencher um formulário com 30 perguntas, que abordam questões como condições financeiras e de saúde, e aspectos físicos da casa ou apartamento. “Dessa forma garantimos que o interesse pelo animal é genuíno. O interessado precisa entender os impactos e os pontos importantes da decisão de ter um pet”, esclarece Fernanda.

No caso dos gatinhos, é fundamental que o novo lar tenha telas nas janelas, varandas e afins. “A ideia é conhecer os hábitos e costumes da família para alinhar com a personalidade do novo membro. Por exemplo, não recomendamos que uma pessoa que trabalha fora o dia todo adote um filhote arteiro ”, afirma a protetora.  Cumprindo esses pré-requisitos, o tutor assina um termo de responsabilidade e então é liberado para levar o animal para casa ou recebê-lo, dependendo das regras preestabelecidas durante o processo de adoção.

Parceria com o Instituto PremieRpet®

O Projeto Segunda Chance é uma das ONGs parceiras do Instituto PremieRpet®, braço social da PremieRpet®, que incentiva pesquisas e ações que visem promover saúde, qualidade de vida e longevidade dos animais. Entre suas diversas atividades, está o apoio a ONGs, como o Projeto Segunda Chance.

PremieRpet®. Existimos para tornar a relação das pessoas com seus animais de estimação a mais próxima, prazerosa e longa possível.