Programa abre inscrição para ajudar quem atua na área da educação

O Itaú Social UNICEF nasceu a partir das experiências e conquistas do Prêmio Itaú-UNICEF e tem o objetivo de incentivar organizações sociais

Refúgio - vencedora do Prêmio Itaú Unicef em 2018

Refúgio - vencedora do Prêmio Itaú Unicef em 2018

Divulgação/Itaú Social - 2018

O novo programa Itaú Social UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) está com inscrições abertas até o dia 21 de agosto. A ideia nasceu a partir das experiências e conquistas do Prêmio Itaú-UNICEF e a nova proposta tem o objetivo de incentivar as organizações da sociedade civil (OSCs) a ampliar suas ações e compromisso com seus locais de atuação.

A ideia do programa é promover formação e fomento financeiro às OSCs que contribuem para a educação integral e inclusiva de crianças e adolescentes. Mais informações sobre a ação podem ser encontradas no site do programa.

Após a conclusão do percurso formativo, serão selecionadas 40 instituições para receber até R$ 100 mil para implementação de um plano de intervenção. O investimento total previsto para esta edição é de R$ 4 milhões.

Como critério para a seleção das organizações, será levada em conta a vulnerabilidade socioeconômica e educacional dos municípios em que as OSCs atuam. E, como prioridade, 80% das vaga serão oferecidas às regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, onde existe menor ocorrência de apoios. 

Novo programa, novas regras

Para participar, a iniciativa Itaú Social e UNICEF, em parceria com a coordenação técnica do CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) Educação, estipula que as OSCs possuam, pelo menos, um ano de atuação no país e que trabalhem na perspectiva da educação integral e inclusiva, com ações voltadas para crianças e adolescentes.

Refúgio - vencedora do Prêmio Itaú Unicef em 2018

Refúgio - vencedora do Prêmio Itaú Unicef em 2018

Divulgação/Itaú Social - 2018

Escolas não poderão se inscrever, como ocorria no modelo antigo do programa, mas poderão ser parceiras territoriais das organizações.

Outra mudança é que as OSCs não precisam mais submeter um projeto para a inscrição. Entretanto, precisam estar preparadas para participar do percurso formativo à distância, que será realizado durante três meses.

O percurso também contará com conteúdos que visam promover a reflexão a respeito da promoção da igualdade dos direitos.

"A iniciativa permite que organizações de todo o país, de diferentes portes e regiões, tenham acesso a um percurso formativo que promoverá o diálogo entre diferentes profissionais da organização, o público atendido, suas famílias e outros atores do território, contribuindo, assim, para seu fortalecimento institucional e para potencializar ações coletivas", afirma Anna Helena Altenfelder, diretora executiva do CENPEC Educação.