Virtz Programa focado na autonomia de mulheres com deficiência faz 1 ano

Programa focado na autonomia de mulheres com deficiência faz 1 ano

Ações do programa "TODAS in-Rede" buscam romper o ciclo de exclusão e violência contra esse público

O programa completou um ano e fornece cursos e informações gratuitos na internet

O programa completou um ano e fornece cursos e informações gratuitos na internet

Reprodução/Pexels

Só no estado de São Paulo, mais de um milhão de mulheres vivenciam situações de violência e exclusão por terem deficiências. Além disso, elas também encontram dificuldades para ocupar vagas de emprego.

Para combater esse cenário crítico, surgiu o o programa estadual TODAS in-Rede, da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que completou um ano nesta terça-feira (15). Com o objetivo de dar voz às mulheres com deficiência, o programa reforça informações e ações relevantes com foco no trabalho e renda, prevenção à violência, exercício dos direitos afetivos e sexuais, saúde da mulher e ênfase na liderança feminina.

O TODAS-in-Rede atua em diversas frentes, com oferta de cursos e informações gratuitos pela internet. Entre as principais ações, está o curso de ensino à distância "O atendimento à mulher com deficiência vítima de violência", destinado aos profissionais das Delegacias de Defesa da Mulher e da Rede de Proteção. Mais de 750 profissionais já fizeram o curso e receberam capacitação adequada para melhor atender a essas mulheres.

Outra ação que tem destaque no programa é o curso de Empreendedorismo Feminino "Sebrae Delas - Elas Realizam". Realizado em parceria com o Sebrae SP, o curso impactou 555 mulheres com deficiência do estado de São Paulo e tem como foco ajudá-las a obter independência financeira.

Rede de apoio virtual

Um dos pontos-chave do programa é a disponibilização de informações de forma acessível, com o intuito de dar base para o protagonismo e empoderamento desse público.

O site oficial do TODAS-in-rede é um dos pilares para que essas informações sejam difundidas. A página tem canais de denúncia, entrevistas, artigos e endereços da rede de proteção e atenção à mulher.

Também dentro dessa plataforma há um espaço para cadastro de mulheres com deficiência, a fim de acolher esse público e realizar uma troca de informações rica e inclusiva. Em um ano, mais de 600 mulheres já fazem parte dessa rede e semanalmente recebem informações e novidades programa, além de conteúdos exclusivos.

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