Sem trabalho, família vive à base de auxílio assistencial no sertão

Vera Lúcia, de 46 anos, e seu marido Manuel, de 55, sobrevivem com ajuda do governo e de ações como a SOS Famílias do Sertão para sustentar a casa

Vera Lúcia dos Santos vive no sertão nordestino à base de ajuda assistencial

Vera Lúcia dos Santos vive no sertão nordestino à base de ajuda assistencial

Divulgação/ SOS Famílias do Sertão

A família de Vera Lúcia dos Santos, de 46 anos, mora numa casa própria, muito simples, no sertão nordestino. Ela e o marido, Manuel Alves dos Santos, de 55 anos, sobrevivem à base de ajuda assistencial, como a fornecida pelo SOS Famílias do Sertão, além de Bolsa-Família e, agora, com o auxílio emergencial fornecido pelo governo federal por conta da pandemia de covid-19.

Em sua casa, moram o casal e mais cinco pessoas, todos dependentes dessa renda que conseguem obter. Antes da pandemia, Vera Lúcia e o marido também trabalhavam fazendo bico como catadores de recicláveis, como alumínio e plástico.

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"Nossa renda mensal era praticamente só o Bolsa-Família, a gente recebia R$ 364 por mês. Agora, com o auxílio do governo, subiu para R$1.600. Quando não tem isso, é só com o Bolsa-Família que a gente vive", diz Vera Lúcia.

Por isso, no dia a dia, apoios como o do SOS Famílias do Sertão, que atua no nordeste ajudando famílias em situação de vulnerabilidade social, são extremamente importantes para Vera Lúcia.

A ajuda, também, vem da escola em que Luciene, de 12 anos, estuda há oito anos, mantida pela entidade de ajuda assistencial que atua na região em que a família mora. Com isso, a família recebe cestas básicas, roupas e também assistência social.

"Luciene estuda lá há 8 anos. Nossa vida mudou muito depois disso, para melhor. Antes era mais difícil, até fome a gente já passou, não vou mentir", lembra Vera Lúcia. "Agora, com esse apoio, ficou diferente", diz ela.

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