Virtz Veterano de guerra adota cachorra que salvou sua vida no Afeganistão

Veterano de guerra adota cachorra que salvou sua vida no Afeganistão

Aos 11 anos, a labradora Blue vive junto com a família de Byung Kang na Georgia, Estados Unidos

  • Virtz | Do R7

Blue participou de mais de 300 missões no Afeganistão

Blue participou de mais de 300 missões no Afeganistão

Arquivo Pessoal/Byung Kang

Parceiros de trabalho, a labradora Blue salvou a vida de Byung Kang dezenas de vezes. Os dois serviam juntos no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos em uma missão no Afeganistão, entre 2011 e 2012. Após anos de separação, o reencontro resultou na adoção da cachorrinha.

A labradora salvou a vida da tropa

A labradora salvou a vida da tropa

Arquivo Pessoal/Byung Kang

O cão militar era treinado para detectar bombas e encontrou um explosivo já na primeira tentativa. A partir daí, começou a ganhar confiança e respeito do pelotão. Foram mais de 300 missões e Blue sempre ganhava um brinquedo como recompensa pelo serviço prestado.

Grato pelos salvamentos da companheira, Kang fez uma promessa. “Eu disse a ela:'O que você fez por mim e meus colegas aqui no Afeganistão não podemos pagar. Então, eu vou lhe dar um bom lar, onde você pode abraçar o dia todo, sem se preocupar em ir à guerra e encontrar bombas'”, lembra, em entrevista ao TODAY.

A cachorra se aposentou em 2018 e, com ajuda da mulher, Wendy Kang, o rapaz passou a procurá-la."Fiz tudo ao meu alcance para garantir que pudéssemos levar Blue para casa", diz a moça. "Depois de todas as histórias que ouvi, tenho certeza de que Blue é uma das razões pelas quais Byung está aqui comigo vivo."

A heroína, hoje com 11 anos, vive com a família Kang ao lado dos dois filhos, outros cinco cães e mais dois gatos. Após o susto de um câncer no focinho, o rapaz decidiu inscrever Blue no American Humane Hero Dog Awards 2020 para homenageá-la.

Ela agora é semifinalista na categoria de cães militares da competição. "Estes animais são capazes de desistir da vida por nós", disse ele. "Portanto, devemos ser gratos e respeitá-los. E, acima de tudo, confiar porque os cães não mentem", finaliza.

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